Ensino
IFCE forma mais de 800 profissionais
Novos graduados e técnicos concluíram seus cursos em 16 campi diferentes
Publicada por Icaro Sousa em 03/09/2026 ― Atualizada em 3 de Setembro de 2026 às 21:19

Ao todo, 830 estudantes concluíram suas trajetórias em cursos superiores e técnicos do Instituto Federal do Ceará (IFCE) entre o fim do último semestre e esse mês de agosto. O número inclui novos profissionais que se formaram em 16 campi da instituição. São eles: Acaraú, Canindé, Cedro, Crateús, Fortaleza, Iguatu, Itapipoca, Jaguaribe, Jaguaruana, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Maranguape, Paracuru, Quixadá, Tabuleiro do Norte e Umirim.
Os novos profissionais concluíram cursos variados, como as licenciaturas em Artes Visuais, Ciências Biológicas, Física, Geografia, Letras, Química e Teatro; os cursos tecnológicos em Gestão Ambiental, Mecatrônica e Sistemas de Informação; e as engenharias Agrícola, Ambiental e Sanitária, Civil, de Computação e de Produção Civil.
Também houve concludentes dos técnicos em Administração, Agropecuária, Alimentos, Edificações, Eletrotécnica, Eventos, Guia de Turismo, Informática, Instrumento Musical, Manutenção Automotiva, Mecânica Industrial, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Telecomunicações, entre outros.
Histórias de sucesso
Em cada município, histórias de sucesso e de ineditismo. Jaguaruana, por exemplo, viveu a primeira graduação de ensino superior de uma instituição pública no município. Os protagonistas foram os 18 graduados em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da unidade.
Já em Maranguape, uma das novas licenciadas em Matemática, Mikaelle Chagas Gomes, destacou as diferentes trajetórias e perfis dos colegas desaguando na realização em comum da conclusão do curso. “Cada um de nós percorreu uma trajetória diferente, em tempos diferentes, mas hoje estamos aqui, juntos, costurados pelo mesmo sonho. E talvez seja justamente isso que torne nossa turma tão especial: nossas diferenças não nos separam. Elas nos completaram”, afirmou.
Em Iguatu, Ananda Gomes Lopes, nova licenciada em Geografia, foi a primeira deficiente visual graduada no campus e emocionou a comunidade acadêmica. O diretor-geral Francisco Héber da Silva destacou a trajetória dela: “Ela chegou à instituição há pouco mais de cinco anos, inicialmente para cursar o técnico subsequente em Nutrição e Dietética, e, assim como a Ananda, a gente também começou a dar os primeiros passos enquanto instituição para a promoção da inclusão”.
“A gente entendeu que não se trata só de garantir a vaga e o acesso, mas também a permanência, numa rotina e numa estrutura completamente diferentes. E a Ananda permitiu que a nossa instituição virasse a chave e compreendesse qual seria o nosso papel, qual seria o nosso dever”, completou.
Ícaro Joathan – Comunicação Social/reitoria (colaboraram no texto Amanda Alboino – Iguatu e Priscila Luz – Maranguape) (com dados coletados junto aos comunicadores dos campi)
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