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Serviço

Ouvidoria e Corregedoria participam de bate-papo sobre integridade em Jaguaribe

A convite da Direção-Geral do campus, titulares dos órgãos de controle falam de prevenção

Publicada por Priscila Abraao em 02/03/2026 Atualizada em 2 de Março de 2026 às 15:32

O campus de Jaguaribe proporcionou, na quarta-feira, dia 25/02, um bate-papo entre servidores e os titulares da Ouvidoria e Corregedoria. O encontrou aconteceu no auditório da unidade e foi bastante prestigiado. A iniciativa partiu da Direção-Geral do campus que perceber existir, internamente, dúvidas sobre o funcionamento desses órgãos de controle, limites de atuação e, sobretudo, de como proceder preventivamente diante de fatos ocorridos e que venham a acontecer no cotidiano de trabalho.

Nesse sentido, Antonio Alencar, Ouvidor do IFCE, incialmente, explicou o papel da Ouvidoria e de como o controle social é importante na melhoria dos serviços públicos. Esclareceu, também, que Ouvidoria, Auditoria, Corregedoria são órgãos distintos com funções específicas, mas que as atuações convergem no mesmo sentido: fortalecer a integridade pública. Destacou, ainda, na fala, a diferença de cada uma das manifestações de Ouvidoria e a tramitação interna desde o protocolo inicial ao oferecimento de resposta à pessoa usuária.

De acordo com o Ouvidor, em 2025, 931 manifestações foram registradas na Plataforma Fala.Br (www.falabr.cgu.gov.br) entre Reclamações, Pedidos de Acesso à Informação, Solicitações, Denúncias, Elogios e Sugestões. Dos órgãos administrativos mais demandados, o destaque ficou para a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e o Departamento de Correição: “A Gestão de Pessoas é mais acionada em pedidos de acesso à informação. Já a Correição, decerto, em questões de natureza disciplinar”.

Na sequência, a corregedora Elisângela Gonçalves Abrantes, destacou a atuação preventiva correicional e, também, o punitivo, quando necessário. Abrantes se colocou à disposição dos presentes, informando que a Corregedoria se encontra pronta para dirigir dúvidas em matéria disciplinar. Além disso, respondeu a perguntas dos servidores sobre os trâmites processuais relacionados aos procedimentos investigativos disciplinares, assim como de circunstâncias fáticas que podem ser consideradas indisciplinares.

Por fim, o diretor-geral do campus, Antonio Augusto Peixoto, agradeceu a presença dos titulares da Ouvidoria e da Corregedoria, sobretudo, pela riqueza das informações partilhadas. Assim como aos servidores do quadro docente e do administrativo que aproveitaram a oportunidade para tirar dúvidas e saber como utilizar no interesse público os órgãos de controle interno, no caso, a Ouvidoria e Corregedoria.

Texto: Antonio Alencar.