Conscientização
IFCE lança programação com foco nas mulheres
A Comissão Gestora de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação (CGPEAD) reúne legislação, serviços e eventos sobre a temática
Publicada por Priscila Abraao em 06/03/2026 ― Atualizada em 6 de Março de 2026 às 16:35
O Dia Internacional de Luta das Mulheres simboliza a trajetória histórica de mobilização por direitos, equidade e justiça social. Mais do que uma data comemorativa, o 8 de março reafirma a necessidade de enfrentamento permanente das desigualdades de gênero e de todas as formas de violência contra as mulheres.
Pesquisas realizadas por instituições de direitos humanos e defesa dos direitos das mulheres apontam que, no Brasil atual, as mulheres ainda ganham cerca de 20% menos do que os homens; dedicam, em média, 21h semanais ao trabalho não remunerado, especialmente em tarefas domésticas e relacionadas ao cuidado, quase o dobro do tempo dedicado pelos homens; e, embora estudem mais, ainda são minoria, com cerca de 30%, nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.
No que se refere à condição étnico-racial, mulheres negras ganham metade do salário de homens brancos e sofrem mais violência obstétrica do que mulheres brancas, sendo que a mortalidade materna entre mulheres negras é duas vezes maior do que entre mulheres brancas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a violência contra a mulher é classificada como um problema de saúde pública e uma violação gravíssima aos direitos humanos.
No Brasil, 2 em cada 10 mulheres já sofreram ameaça de morte pelos seus parceiros ou ex-parceiros, sendo que uma mulher é assassinada a cada 10 minutos.
De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre 2021 e 2024, o feminicídio cresceu 14,5% no Brasil, o que revela que a violência contra as mulheres reproduz o patriarcado e o machismo estrutural e necessita ser enfrentada de forma sistêmica. Por ser estrutural, a violência contra a mulher ultrapassa espaços e contextos, manifestando-se das mais diferentes formas. De acordo com a Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher pode ser: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
Diante dessa realidade, o Brasil vem adotando uma série de iniciativas para enfrentar a violência contra as mulheres, a exemplo do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, cujo plano de ação prevê 73 medidas com o objetivo de prevenir formas de violência contra mulheres e meninas, protegê-las, atendê-las e responsabilizar os agressores.
No âmbito da administração pública, estão a Lei nº 14.540, de 3 de abril de 2023, que instituiu o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual, Violência Sexual e Crimes contra a Dignidade Sexual na administração pública; Decreto nº 12.122, de 30 de julho de 2024, que instituiu o Programa Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação na administração pública federal direta, autárquica e fundacional; e a Portaria Conjunta MGI/CGU nº 79/2024, que estabelece o Plano Federal de Prevenção e Enfrentamento, são iniciativas que buscam fortalecer a capacidade de salvaguarda, proteção, defesa e resposta contra riscos iminentes ou crises de violência nas instituições públicas. No que se refere à prevenção, como estratégia primária, as instituições educacionais têm um papel fundamental.
No IFCE
Considerando esses avanços recentes, o IFCE vem se mobilizando e tomando iniciativas que buscam prevenir, enfrentar e proteger estudantes e servidoras contra qualquer forma de violência, discriminação e opressão.
No IFCE, as mulheres estudantes e trabalhadoras terceirizadas são minoria em relação aos homens. Atualmente a instituição tem 26.315 estudantes matriculados, sendo que deste total 11.573 são mulheres, totalizando 43,98%. Do total de 934 trabalhadores terceirizados, 343 são mulheres, representando apenas 36,72%. Apenas as servidoras efetivas (docentes e técnico-administrativas) ultrapassam o número de homens. As servidoras totalizam 2.000 mulheres, dentre 3.854 servidores, representando 51,98%.
Estes dados revelam o quanto as mulheres ainda ocupam de forma desigual os espaços acadêmicos e do mundo do trabalho. No ambiente institucional, as manifestações de violência contra as mulheres nas relações acadêmicas e administrativas demandam atuação contínua, responsável e estruturada. O registro das ocorrências pelos canais oficiais constitui medida fundamental para assegurar a apuração adequada e a adoção das providências cabíveis.
No âmbito do IFCE, existem 62 denúncias de assédio sexual ou de conduta com conotação sexual em investigação pela Corregedoria, sendo 5 processos administrativos em curso por assédio sexual. Em todas as situações, as vítimas são mulheres e os agressores são homens.
| Mulheres | Homens |
| 11.773 | 14.542 |
| Mulheres | Homens |
| 343 | 591 |
| Mulheres | Homens |
| 2000 | 1854 |
Como denunciar
Para acolher denúncia de assédio, violências e discriminações, o IFCE utiliza a plataforma do Governo Federal FalaBR (falabr.cgu.gov.br), que constitui o canal oficial de Ouvidoria, assegurando sigilo, tratamento responsável da demanda e a possibilidade de manifestação identificada ou anônima.
Saiba mais como formalizar uma denúncia junto ao IFCE, acessando o material disponível no link: https://www.instagram.com/p/DP4X43SESrx/?img_index=1
Para situações de violência contra a mulher ocorridas fora do âmbito institucional, há canais oficiais de proteção, como o 180 – Central de Atendimento à Mulher e, em casos de emergência, o 190 – Polícia Militar. Esses serviços oferecem orientação, acolhimento e encaminhamento para a rede de proteção às mulheres, funcionando como importantes instrumentos de apoio às vítimas e de enfrentamento à violência.
Denunciar é um ato de proteção e responsabilidade coletiva. O Respeito às mulheres é um compromisso permanente.
Parcerias
Também merece destaque os avanços alcançados por meio do Projeto Internacional em parceria com o City of Glasgow College voltado à prevenção da violência de gênero em ambientes educacionais, desenvolvido com financiamento do British Council e apoio administrativo da Fundação de Apoio ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão do IFCE (FAIFCE).
Ao longo de 2025, o projeto promoveu diversas ações formativas e educativas destinadas a estudantes e servidores, incluindo palestras, oficinas e campanhas institucionais voltadas à conscientização sobre equidade de gênero e respeito à diversidade. Entre os resultados alcançados, destaca-se a elaboração de materiais institucionais de prevenção à violência de gênero e orientação sobre fluxos de denúncia, fortalecendo os mecanismos de acolhimento e encaminhamento de casos dentro da instituição.
Outro eixo importante foi a realização de pesquisa sobre a compreensão da comunidade acadêmica acerca da violência de gênero no IFCE, iniciativa que contribui para subsidiar políticas institucionais e estratégias educativas mais eficazes no enfrentamento dessas violências.
Outra ação relevante foi o Encontro dos NUGEDS realizado em 2025, que discutiu as masculinidades tóxicas e suas formas de superação, reunindo representacaonde servidores e estudantes es dos mais diversos campi do IFCE para troca de experiências, avaliação das ações e fortalecimento das políticas institucionais voltadas à promoção de ambientes educacionais mais seguros, equitativos e comprometidos com os direitos humanos.
Política Institucional
Como forma de prevenir e enfrentar de forma mais sistemática essa problemática, o IFCE instituiu, no dia 14 de julho de 2025, a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação do IFCE, que tem como objetivo geral promover um ambiente institucional livre de assédio e discriminação e que imperem a segurança, o respeito e a inclusão entre as pessoas. As ações desta política são voltadas à prevenção e acolhimento das vítimas por meio de um tratamento ético das denúncias e de um atendimento humanizado.
Esta Política conta com uma Comissão Gestora de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação (CGPEAD), composta por representantes de pró-reitorias, setores institucionais, núcleos temáticos, instâncias de integridade e segmentos da comunidade acadêmica, atuando na proposição, articulação e acompanhamento de ações institucionais de prevenção e enfrentamento ao assédio e à discriminação.
Entre as atribuições da comissão está a elaboração do Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação (PSPEAD), instrumento anual que organiza e orienta as ações institucionais voltadas à prevenção, ao acolhimento e ao tratamento de denúncias, estabelecendo responsabilidades e prazos para sua execução. A implementação do plano, com publicação prevista ainda para o mês de março de 2026, contribui para o fortalecimento de um ambiente institucional seguro, ético e inclusivo, bem como para o enfrentamento de diferentes formas de violência, incluindo a violência contra a mulher.
Acesse a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação do IFCE:
Nugeds
O IFCE conta ainda com os Núcleos de Gênero e Diversidade Sexual (NUGEDS), vinculados à Direção Geral de cada campus, e, sistemicamente, à Coordenadoria de Gênero e Diversidade Sexual (COGED) da Diretoria de Assuntos Estudantis (DAE) do IFCE. Esses núcleos são estruturados para estudar, planejar, apoiar colaborativamente e promover o desenvolvimento de ações educativas, culturais e políticas que objetivem a formação, nas comunidades interna e externa à instituição, de uma consciência crítica, atualizada, inclusiva, mobilizadora em relação às temáticas de gênero e diversidade sexual.
Para além disso, são lugares de articulação, de promoção de campanhas para combater todo tipo de violência e assédio, espaço de diálogo e de representatividade buscando reduzir a desigualdade de gênero na educação tecnológica.
Acesse a página dos Nugeds: https://portal.ifce.edu.br/institucional/assistencia-estudantil/nugeds/
Programação
Durante o mês de março, o IFCE realiza uma programação especial em alusão ao Mês das Mulheres, parte dela protagonizada pelos NUGEDS em seus campi. As atividades contemplam ações educativas, iniciativas de sensibilização e mobilização voltadas à promoção da equidade, do respeito e da dignidade.
Mais do que uma data simbólica, o 8 de março é um chamado à responsabilidade coletiva. Construir um ambiente acadêmico seguro, ético e inclusivo depende do compromisso permanente de toda a comunidade.
O enfrentamento ao assédio e à discriminação é uma diretriz institucional e, acima de tudo, um compromisso com a vida, a integridade e os direitos das mulheres. Respeito, dignidade e segurança são direitos de todas as mulheres e dever de todas as pessoas: denunciar qualquer forma de violência, se posicionar contra todas as formas de assédio e discriminação, compartilhar o cuidado e o trabalho doméstico, acolher, valorizar e proteger todos os dias.
Neste mês, que simboliza a luta histórica das mulheres por seus direitos, a CGPEAD reforça: nenhuma forma de violência contra a mulher deve ser tolerada ou silenciada.
Programação
- Campus Fortaleza
- O campus de Fortaleza do IFCE promoverá, ao longo do mês de março, uma programação especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Organizada pelo Núcleo de Gênero e Diversidade Sexual (Nugeds), a iniciativa reúne intervenções, rodas de conversa, atividades culturais e mesas de debate voltadas à reflexão sobre igualdade de gênero e enfrentamento às violências contra a mulher.
📷Banner da Programação do Dia Internacional da Mulher
As atividades tiveram início no dia 4 de março, com a intervenção “Por trás dos números, vidas interrompidas”, realizada nos turnos da manhã e da tarde nos setores administrativos do campus. A ação propõe sensibilizar a comunidade acadêmica para os dados que revelam a dimensão da violência de gênero no Brasil, destacando que, por trás das estatísticas, existem histórias e trajetórias interrompidas.
No dia seguinte (05/03), ocorreu a roda de conversa exclusiva para homens com o tema “Isso é coisa de homem: o machismo que nos habita”, mediada pelo professor João Paulo Bandeira, na Sala Braile. A proposta é fomentar um espaço de diálogo e reflexão sobre comportamentos naturalizados e a responsabilidade masculina na construção de relações mais igualitárias.
A programação segue no dia 6 de março, no Auditório Nilo Peçanha, com atividade promovida pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). Às 14h, foi realizado cine-debate com a exibição do curta-metragem “Vida Maria”, obra que aborda, de forma sensível, as desigualdades de gênero e os ciclos de exclusão social. Já no dia 20 de março, no pátio central, acontece o “Impacto Literário”, com a leitura do conto “Missa do Galo” do escritor Machado de Assis, também conduzida pelo professor João Paulo Bandeira.
O fechamento da programação acontecerá no dia 21 de março, no Auditório Nilo Peçanha, com uma manhã dedicada ao debate “O silêncio que mata, a voz que liberta: discutindo formas de enfrentamento das violências contra a mulher”. A atividade contará com mesa de abertura, apresentação cultural, dois momentos de discussão e debate com o público.
Toda a programação é alusiva ao Dia Internacional da Mulher, comemorado mundialmente no dia 8 de março.
Rafael Oliveira - campus de Fortaleza
- Campus Jaguaribe
- Dia 03/03 - Apresentação e construção de um mural no campus com turmas do 3 anos sobre "Mulheres que inspiram" (Trabalho em dupla sobre mulheres de Jaguaribe que inspiram eles)
Dias 03 e 04 - Exibição de curta "Como ela faz?" (Turmas de 1 e 2 anos)
Dia 11 - Evento institucional com servidores e participantes do grupo do NUGEDS - Café com Reflexão (Leitura de uma carta aberta feita em conjunto pelos membros do NUGEDS, Leitura de poema Profa. Efigenia Alves e uma reflexão com Prof. Rivanildo Barbosa sobre o papel do homem na luta do combate a violência contra a mulher) e Divulgação da 2 Tirinha sobre O que é violência de gênero?
- Campus Iguatu
- * Elaboração do vídeo "O que é ser mulher?", com servidoras, terceirizadas e estudantes.
* Cartazes com dados sobre as desigualdades que atingem as mulheres, para serem colados nas duas unidades do campus Iguatu.
* Cine-debate, dia 9, a ser realizado através da disciplina de relações de gênero, raca-etnia e classe social e serviço social, das 19h às 22h, aberto para que queiram participar, com a presença de uma debatedora externa para dialogar com o público a partir do curta e da realidade das mulheres.
- Campus Cedro
- 💜 Março Mulheres 💜
Diálogos sobre gênero, resistência e bem-estar
Durante todo o mês, o NUGEDS IFCE Cedro promoverá uma programação especial em alusão ao Mês Internacional das Mulheres, reunindo atividades que já fazem parte da nossa agenda e ganham ainda mais significado neste período.
🎬 Cine NUGEDS
🧘🏽 Plural: Yoga e femininos em movimento
🌅 Pôr do Sol entre vozes
Serão momentos de reflexão, cuidado, expressão e diálogo sobre gênero, resistência e bem-estar, abertos à comunidade acadêmica e ao público externo.
📌 Confira a programação completa, com datas, horários e locais, e vem construir esse março com a gente:
https://www.instagram.com/p/DVL5T0Kjibh/?igsh=NWxmd3pscTA0aGd1
- Campus Guaramiranga
- Aqui em Guaramiranga montamos murais (cantinho da inconveniência, mulheres do século XX, leis que toda mulher deveria conhecer), chamamos o campus a participar da construção de um outro mural para homenagear mulheres, e terça dia 10 vamos ter o Café com Nugeds, para uma conversa geral.
No dia 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher , uma data que nos convida não apenas a homenagear, mas também a refletir sobre a luta, a resistência e as conquistas das mulheres na sociedade.
Pensando nisso, o NUGEDS do IFCE Guaramiranga , por meio da campanha “Olha ELA!” , convida toda a comunidade acadêmica a participar dessa mobilização de reconhecimento.
A proposta é simples e poderosa:
👉🏼exaltar mulheres que fazem diferença em nossas vidas e em nossa sociedade.
Pode ser uma mãe, avó, professora, amiga, líder comunitária, colega de trabalho ou uma mulher que marcou a história do Brasil e do mundo.
💜 Escolha uma mulher que merece ser reconhecida
💜 Conte sua história
💜 Compartilhe sua importância
Os relatos enviados serão divulgados ao longo do mês de março em nossas redes sociais , ampliando vozes, histórias e inspirações.
Participe da campanha “Olha ELA!” e ajude a dar visibilidade às mulheres que transformam o mundo todos os dias.
🔗Link de participação: https://forms.gle/kksTFABZkxC9xXS67
- Campus Acaraú
- 📅 10, 11 e 12 de março
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento de reflexão sobre as conquistas sociais, políticas e culturais das mulheres e sobre os desafios ainda enfrentados na busca por igualdade e respeito. 
Com esse propósito, o IFCE Acaraú promove uma programação especial voltada à valorização da força feminina, estimulando reflexão, expressão e reconhecimento das mulheres que inspiram nossa comunidade.
📅 Dia 10 – Campanha nas redes: “Mulheres que me inspiram”
📸 Atividade participativa no Instagram
Proposta:
Estudantes e servidores irão postar uma foto de uma mulher que representa força em suas vidas.
Pode ser:
• mãe ou avó
• professora ou servidora
• cientista
• artista
• líder comunitária
• personalidade histórica
📱 Como participar
1. Postar foto ou arte da mulher escolhida.
2. Escrever uma breve legenda explicando por que ela inspira você.
3. Marcar o perfil do campus: @ifceacarau e o @nugeds_acarau
4. Usar a hashtag:
#MulheresQueInspiramIFCE
Objetivos:
Valorizar referências femininas do cotidiano dos estudantes e criar um painel digital no Instagram do campus.
📅 Dia 11 – Cinema e Debate: Mulheres que transformam o mundo
🎬 Exibição de filme ou documentário
- Mãe solo: curta sobre mães que enfrentam os desafios de criar filhos sozinhas no Brasil.
- O silêncio dos homens - documentário sobre masculinidade e misoginia.
🗣️ Atividade complementar
• Pequena roda de conversa após o filme (20–30 min)
• Perguntas disparadoras:
• Quais desafios as mulheres do filme enfrentaram?
• Como a força feminina aparece na história?
• Existem exemplos semelhantes na nossa comunidade?
📍 Local sugerido: Auditório
⏱ Duração: ~1h30
📅 Dia 12 – Intervalo Musical: Vozes femininas
Durante o intervalo das aulas será realizada uma ambientação musical no campus com músicas interpretadas por mulheres ou que celebrem o empoderamento feminino.
A música tem sido uma importante forma de expressão e fortalecimento da identidade feminina na cultura contemporânea. 
🎵 Sugestão de playlist:
Clássicos brasileiros
• “Maria Maria” – Milton Nascimento
• “Maria da Vila Matilde” – Elza Soares
• “Lança Perfume” – Rita Lee
Pop e contemporâneo
• “Dona de Mim” – IZA
• “Triste, Louca ou Má” – Francisco, El Hombre
• “Pagu” – Rita Lee
Internacional
• “Run the World (Girls)” – Beyoncé
• “Respect” – Aretha Franklin
• “Girl on Fire” – Alicia Keys
Essas músicas abordam temas como autonomia, resistência e protagonismo feminino. 
Encerramento da programação
Publicação no Instagram do campus com:
• resumo das atividades
• fotos das postagens dos alunos
• agradecimento às mulheres da comunidade IFCE
- Campus Sobral
- Neste mês de março, levantamos nossas vozes por direitos, vida digna e justiça!
Levantamos nossas vozes por todas as mulheres e por vidas trans e LGBTQIA+ livres de violência.
O NUGEDS/IFCE campus Sobral participa da construção de uma agenda de mobilização e reflexão no 8 de Março – Dia Internacional de Luta das Mulheres.
Programação 8M Sobral:
📌 Oficina de Cartazes
🗓 7 de março, 08h
📍 Praça de Cuba
📌 Roda de Conversa: “O silêncio dos homens”
🗓 24 de março, 19h
📍 IFCE – Campus Sobral
- Campus Itapipoca
- O Núcleo de Gênero e Diversidade Sexual (NUGEDS) do IFCE campus Itapipoca convida a comunidade acadêmica para uma atividade alusiva ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Essa data remonta aos intensos movimentos de reivindicação política e trabalhista no início do século XX. Ao contrário de uma celebração puramente festiva, a data comemora batalhas como a luta por igualdade social, melhores condições de trabalho e o direito ao voto.
O reconhecimento oficial, no entanto, somente ocorreu em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) passou a celebrar oficialmente a data para evidenciar a busca pela igualdade de gênero e o fim da violência contra a mulher. No Brasil, o 8 de março comemora diversas conquistas, como o sufrágio feminino (conquistado em 1932), o acesso à educação superior e a criação de leis de proteção, como a Lei Maria da Penha. É, portanto, um dia de educação política, ao lembrar que a garantia dos direitos das mulheres exige luta contínua contra o machismo, o preconceito e a desigualdade.
Nesse sentido, vamos participar dessa importante data que, em Itapipoca, será celebrada no dia 07 de março (sábado letivo) com a nossa participação na 9ª Marcha das Mulheres de Itapipoca, a qual contará com a presença de trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade.
Esse ano a Marcha tem o tema “Pela vida das mulheres. Contra o feminicídio, por democracia, soberania e pelo fim da escala 6x1”. O objetivo é contribuir para a valorização da vida, da equidade de gênero e para o fortalecimento das lutas femininas. Essas ações são fundamentais para estimular reflexões e práticas que ajudem a construir um ambiente acadêmico e social mais justo, sensível e solidário.
Contamos com a sua participação!
Informações:
Atividade: 9ª Marcha das Mulheres de Itapipoca.
Data: 07/03/2026 (sábado).
Horário: Concentração às 07h (café da manhã coletivo). Saída às 08h.
Local: Sede do Sindicato de Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais de Itapipoca (Rua Dom Aureliano Matos, Nº 625, Centro, Itapipoca-CE.)